segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Um só povo

Não, não, não,
divisão de raças, não!
Somos um só povo, uma só nação.
Quê, quê isso, meu amigo?
quê, quê isso, meu irmão?
Chega, chega de burrice,
chega de discriminação.

Discriminação é palavra feia,
significa exclusão...
e como podemos excluir a um irmão?
Deus não é conivente
com tamanha judiação.

Ao nos dar este mundo
nosso Pai determinou
seus filhos em harmonia,
independente da cor,
brancos, orientais, negros, índios  mestiços...
todos têm o seu valor.

Derrubem esta pirâmide
que a classe branca formou
ela estando acima
com as outras não se importou
se esquecendo que em suas veias
corre um sangue multicor
Sim, em nossas veias
uma mistura de sangue se formou,
sangue mestiço,
sangue de valor.

Não, não, não,
divisão de raças, não,
somos um só povo,
uma só nação.

Meu Brasil, por acaso  esquecestes de sua história?
seu descobrimento, sua povoação?
Quem foi seu habitante primeiro?
Quem de mãos calejadas, esta Terra formou?

Não, não, não,
Basta, basta de discriminação,
a cor da pele não é detalhe importante.
O importante?
É o pulsar do coração.

Respeitemos todas as crenças,
todas as culturas e costumes,
partidos políticos e classes sociais,
chega de tabus,
de dizer que sou eu o certinho
chega de discriminação racial...

Não, não, não,
divisão de raças, não,
somos um só povo,
uma só nação...

P.S: Essa poesia não é minha, é de autoria de Vilma Aparecida da Silva, minha irmã. Espero que gostem da poesia dela também. Não esqueça de colocar a autoria se for copiar. Obrigada!

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